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domingo, 9 de junho de 2019
quinta-feira, 19 de abril de 2018
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
domingo, 22 de outubro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Alfie Arcuri - Love is Love
Novo single e videoclipe do Alfie Arcuri. Compartilhem!
O Alfie comentou que o videoclipe para o próximo single será a continuação da história do videoclipe do single "If They Only Knew". ♡ Ansiosos para saber se os dois ficaram juntos?
New single and music video of Alfie Arcuri. Share!
The story in the music video of the single "If they only knew" will be
continued in the next music video. \0/ ♡
terça-feira, 6 de junho de 2017
Sobre Expressão de Gênero
Não é de hoje que queria escrever sobre isso. Todos sabem que o blog é sobre homoafetividade, mas diante de falta de conhecimento dos LGBTs e de páginas "desconstruídas", preciso trazer algumas considerações sobre expressão de gênero. Adianto que não sou expert no assunto.
Não é de hoje que fico incomodado com a ideia vendida por ai de que ser gay é ser e/afeminado. E por quê? Bom, o que torna alguém homossexual (gay/lésbica) é APENAS sua atração/desejo sexual. Nada mais pode determinar se você é homossexual. Roupa, trejeitos e afins não são extensão da sua orientação sexual. Isso é questão de EXPRESSÃO DE GÊNERO!
Infelizmente a maioria (falo a partir da minha observação) não sabe diferenciar uma coisa da outra. Não é difícil ver homens cis/trans homossexual que têm expressão de gênero feminina chamando homem cis/trans homossexual que tem expressão de gênero masculina de "heteronormativo", inclusive páginas "desconstruídas". A tentativa de normatizar a homossexualidade dando a ela aspectos que fogem do real sentido é ignorância sobre a diferença entre orientação sexual e expressão de gênero. O termo "heteronormativo" por si já é errado. Primeiro, o que torna alguém seguidor da norma hétero é se relacionar com alguém do sexo oposto ou achar correto e digno de direitos apenas heterossexuais.. Segundo, ser masculino não é uma norma de uma orientação sexual, já que orientação sexual se refere EXCLUSIVAMENTE a atração/desejo sexual (vou sempre repetir isso). Ser masculino se refere a "mascunormatividade", ou seja, espera como norma que o homem, independente da sua orientação sexual, seja masculino. O uso da palavra "discreto" por ambos também é bem problemática. Não existe homossexual "discreto". Ele é ou não abertamente homossexual (me refiro a "ser assumido") ou tem a expressão de gênero naturalmente ou forçada (por N motivos) masculina. E sobre expressar feminilidade, não é algo privativo de homens cis/trans homossexual. Qualquer homem pode expressar feminilidade. Talvez o que aconteça é que é mais comum ver homossexuais. Homossexuais que são femininos acabam deixando sua feminilidade fluir. Vale lembrar que ser feminino (expressão de gênero) não é querer ser mulher (identidade de gênero). Talvez os homens das demais orientações tenham medo do preconceito, por isso seja mais dificil ver homens das demais orientações expressando feminilidade.
O preconceito com homens cis/trans hétero/homo/bi/poli/pan/assexual que são femininos está na quebra dessa norma imposta a nós homens, a "mascunormatividade". Comportamento, certas cores, roupas, brinquedos, profissões e etc. são tidos masculinos. Associar LGBTfobia ao fato de algum homem cis/trans ser recriminado por usar salto alto, por exemplo, está errado. O preconceito está em si na feminilidade dele, não na sua orientação sexual. Quando se pede para que um cara não "dê pinta", se refere a não ser a/efeminado. Héteros associam qualquer coisa tida "feminina" como algo "gay" se um homem gostar/usar. Do mesmo modo, (nós LGBTs) associamos a feminilidade à homossexualidade. De fato, está enraizado no meio que um homem cis/trans a/efeminado é sinônimo de homossexual. Sou bombardeado por todos os lados com tal associação. Não é raro ver meninos héteros falando de cabelo, por exemplo, que tem que justificar que são héteros por está falando de cabelo (Coisa de menina ou "gay") ou ser perguntado sobre sua orientação sexual. Não é raro ver comentários preconceituosos em relação a homens héteros e/afeminados ou que são "alegres" ou fazem trejeitos a/efeminados. Não conheço a vivencia de homens bi/poli/pan/ace, mas acredito que eles sofram preconceito por serem a/efeminados (além do já conhecido apagamento), tendo sua orientação sexual questionada e sua feminilidade ridicularizada. (Gostaria de saber sobre.)
Enfim, é necessário uma desconstrução dos desconstruídos em relação a esse assunto. É necessário separar ambas as coisas, desconstruindo da nossa vivência essa associação enraizada por ambos os meios. Fazer esta dissociação é de fato deixar a ignorância e os esteriótipos. Permitir que cada ser se expresse como quer e transe com quem ela se atrai é o mais importante. Abaixo deixo tipos de expressão de gênero:
Não é de hoje que fico incomodado com a ideia vendida por ai de que ser gay é ser e/afeminado. E por quê? Bom, o que torna alguém homossexual (gay/lésbica) é APENAS sua atração/desejo sexual. Nada mais pode determinar se você é homossexual. Roupa, trejeitos e afins não são extensão da sua orientação sexual. Isso é questão de EXPRESSÃO DE GÊNERO!
Infelizmente a maioria (falo a partir da minha observação) não sabe diferenciar uma coisa da outra. Não é difícil ver homens cis/trans homossexual que têm expressão de gênero feminina chamando homem cis/trans homossexual que tem expressão de gênero masculina de "heteronormativo", inclusive páginas "desconstruídas". A tentativa de normatizar a homossexualidade dando a ela aspectos que fogem do real sentido é ignorância sobre a diferença entre orientação sexual e expressão de gênero. O termo "heteronormativo" por si já é errado. Primeiro, o que torna alguém seguidor da norma hétero é se relacionar com alguém do sexo oposto ou achar correto e digno de direitos apenas heterossexuais.. Segundo, ser masculino não é uma norma de uma orientação sexual, já que orientação sexual se refere EXCLUSIVAMENTE a atração/desejo sexual (vou sempre repetir isso). Ser masculino se refere a "mascunormatividade", ou seja, espera como norma que o homem, independente da sua orientação sexual, seja masculino. O uso da palavra "discreto" por ambos também é bem problemática. Não existe homossexual "discreto". Ele é ou não abertamente homossexual (me refiro a "ser assumido") ou tem a expressão de gênero naturalmente ou forçada (por N motivos) masculina. E sobre expressar feminilidade, não é algo privativo de homens cis/trans homossexual. Qualquer homem pode expressar feminilidade. Talvez o que aconteça é que é mais comum ver homossexuais. Homossexuais que são femininos acabam deixando sua feminilidade fluir. Vale lembrar que ser feminino (expressão de gênero) não é querer ser mulher (identidade de gênero). Talvez os homens das demais orientações tenham medo do preconceito, por isso seja mais dificil ver homens das demais orientações expressando feminilidade.
O preconceito com homens cis/trans hétero/homo/bi/poli/pan/assexual que são femininos está na quebra dessa norma imposta a nós homens, a "mascunormatividade". Comportamento, certas cores, roupas, brinquedos, profissões e etc. são tidos masculinos. Associar LGBTfobia ao fato de algum homem cis/trans ser recriminado por usar salto alto, por exemplo, está errado. O preconceito está em si na feminilidade dele, não na sua orientação sexual. Quando se pede para que um cara não "dê pinta", se refere a não ser a/efeminado. Héteros associam qualquer coisa tida "feminina" como algo "gay" se um homem gostar/usar. Do mesmo modo, (nós LGBTs) associamos a feminilidade à homossexualidade. De fato, está enraizado no meio que um homem cis/trans a/efeminado é sinônimo de homossexual. Sou bombardeado por todos os lados com tal associação. Não é raro ver meninos héteros falando de cabelo, por exemplo, que tem que justificar que são héteros por está falando de cabelo (Coisa de menina ou "gay") ou ser perguntado sobre sua orientação sexual. Não é raro ver comentários preconceituosos em relação a homens héteros e/afeminados ou que são "alegres" ou fazem trejeitos a/efeminados. Não conheço a vivencia de homens bi/poli/pan/ace, mas acredito que eles sofram preconceito por serem a/efeminados (além do já conhecido apagamento), tendo sua orientação sexual questionada e sua feminilidade ridicularizada. (Gostaria de saber sobre.)
Enfim, é necessário uma desconstrução dos desconstruídos em relação a esse assunto. É necessário separar ambas as coisas, desconstruindo da nossa vivência essa associação enraizada por ambos os meios. Fazer esta dissociação é de fato deixar a ignorância e os esteriótipos. Permitir que cada ser se expresse como quer e transe com quem ela se atrai é o mais importante. Abaixo deixo tipos de expressão de gênero:
- Expressão de gênero "Masculina": Homem/Mulher/NB cis/trans de qualquer orientação sexual que se expressam com coisas ditas masculinas (trejeitos, roupas, etc.)
- "Feminina": Homem/Mulher/NB cis/trans de qualquer orientação sexual que se expressam com coisas ditas femininas (trejeitos, roupas, etc.). Homens que expressam feminilidade são normalmente chamados de a/efeminados.
- "Fluida": Homem/Mulher/NB cis/trans de qualquer orientação sexual que se expressam com coisas ditas masculinas e femininas (trejeitos, roupas, etc.).
- "Neutra": Homem/Mulher/NB cis/trans de qualquer orientação sexual que se expressam com coisas ditas neutras ("unissex").
- Andrógena: Homem/Mulher/NB cis/trans que se expressam com coisas ditas femininas e masculinas de forma hibrida.
PS1: Bom, o texto é regido para o público masculino, pois vejo isso presente neste meio. Mas o texto em si é para a desconstrução de todxs em relação a diferença entre orientação sexual e expressão de gênero.
PS2: O texto está claro, mas não custa esclarecer que não é uma crítica aos homens gays que expressam feminilidade, mas sim essa "homonormatização", onde parece que existe um "kit gay" que inclui ser feminino, ser o passivo (e o ativo mais masculino numa tentativa de heteronormatizar as relações homossexuais/afetivas. Daria um texto sobre esse assunto, mas não to a fim.) e perpetuação de esteriotipos/modelos no imaginário dos LGBTs e héteros. Você já questionou se sua feminilidade é uma característica sua ou imposta pelos LGBTs e héteros?
PS2: O texto está claro, mas não custa esclarecer que não é uma crítica aos homens gays que expressam feminilidade, mas sim essa "homonormatização", onde parece que existe um "kit gay" que inclui ser feminino, ser o passivo (e o ativo mais masculino numa tentativa de heteronormatizar as relações homossexuais/afetivas. Daria um texto sobre esse assunto, mas não to a fim.) e perpetuação de esteriotipos/modelos no imaginário dos LGBTs e héteros. Você já questionou se sua feminilidade é uma característica sua ou imposta pelos LGBTs e héteros?
PS3: Sobre minha expressão de gênero, me considero com a expressão de gênero "fluída" tendo trejeitos tanto masculinos quanto femininos, mas que gosta de roupas ditas "masculinas".
Responda a enquete (do lado direto da tela) sobre qual é sua expressão de gênero.
Abraço!
domingo, 19 de março de 2017
sexta-feira, 3 de março de 2017
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Videoclipe
Obs.: O videoclipe não aborda homoafetividade.
SubRosa é uma das minhas bandas preferidas. A música "Trouble Cells", do álbum "For This We Fought The Battle of Ages" de 2016 ganhou um videoclipe com uma mensagem importante. A música foi feita depois que a igreja dos M-o-r-m-o-n-s lançou em 2015 a politica de exclusão dos LGBTQ+s e seus familiares. Acredita-se que tal politica anti-LGBTQ+s aumentou o número de suicídio no estado de Utah entre adolescentes. O videoclipe é dedicado a todos que sofrem intolerância e discriminação.
Não desista de ser feliz. Seja forte!
Não vi este clipe em nenhuma página LGBTQ+s. =(
domingo, 5 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
domingo, 27 de novembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Foto & Texto
"Que
o amor seja descaradamente fácil de encontrar. Que o amor seja uma via de mão
dupla. Que o amor seja um achego cotidiano. Que o amor seja desvelado, palpável
e gesticuloso. Que o amor seja compreensivo, voraz e renovável. Que o amor seja, apesar dos altos e baixos de uma relação, a essência."
- GayLoveStory JMA
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Texto
"Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta. É permitir que voe sem que nos leve junto. É aceitar que a esperança há muito se desprendeu do sonho. É aceitar doer inteiro até florir de novo. É abençoar o amor, aquele lá, que a gente não alcança mais."
Ana Jácomo
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Foto
Hoje é o dia do Rock. Você que acessa o blog é roqueiro(a)/headbanger assim como eu?
Deixa um comentário se sim, que gêneros você mais curte e se já namorou algum (a) roqueiro(a)/headbanger.
Abraço! \m/
domingo, 12 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Texto
Eu não tenho medo do amor. Eu tenho medo é de amar quem tem
medo dele.Amar quem teme o amor é como se apaixonar por uma sucessão de
desistências. É como viver apenas a possibilidade de algo, mas com a sensação
de que ela nunca se estabelecerá. É ficar intranqüilo não com o amanhã, mas com
os próximos minutos. Quem teme o amor vai embora antes de fazer as pazes com
ele. Antes de saber que surpresas ele reservava. Quem teme o amor teme caminhar
de mãos vazias em direção ao desconhecido. Está sempre baseado numa repetição
do passado. E acha que a vida será como todos aqueles dias idos. Quem teme o
amor não vê a pessoa que conheceu, não se dá a oportunidade de ser amado de
outra forma. Quem teme o amor se envolve é com o drama de todas as feridas que
vieram à tona porque ele não se permitiu ficar sozinho e confuso o suficiente
para curá-las. Quem teme o amor não aprendeu a pedir ajuda nem a receber a cura
do Universo. Ele se acha maior que o amor e não conjuga o verbo. Quem teme o
amor consegue ser mais perverso do que quem o magoou.
Quem tem medo do amor , pra se preservar, não se permite
delirar lindamente....e perde a parcela mais deliciosa que o amor
prometeu....por medo de amar.
- Marla de Queiroz
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